Como identificar um problema no maxilar?

Oclusão dental nada mais é do que o modo que o seu dente encontra seu maxilar durante a mordida. Mas, se não encaixarem do modo correto, podem trazer algumas complicações, tanto nos dentes como na articulação temporomandibular, na gengiva e nos músculos que dão movimento ao maxilar.

Muitas pessoas não apresentam nenhum sintoma devido ao auto ajuste dos dentes à condição, mas podem levar a dores de cabeça, sensibilidade dentária à mudanças de temperatura, perda, quebra, achatamento ou desgaste de dentes. Momentos de estresse e tensão também podem causar dor.

As principais formas de tratamento são através de relaxamentos, dieta e exercícios, dispositivos de proteção dos dentes, equilíbrio dental, recolocação dos dentes ou via medicamentos. Em alguns casos, o uso de aparelho também pode ajudar a alinhar sua arcada dentária.

Lembre-se: não se autodiagnostique. Caso suspeite de oclusão dental ou tenha algum sintoma, fale com o seu dentista.

Os artigos publicados em nosso blog têm o intuito de mostrar a importância da saúde bucal. O conteúdo não substitui a orientação dos dentistas ou demais profissionais de saúde.

Fonte: Dental Health

Diabetes x saúde dental

Segundo o Ministério da Saúde, Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.

Mas, será que a doença pode influenciar na saúde bucal? A resposta é sim. O diabético tem a circulação sanguínea dificultada nos tecidos da boca e a produção de saliva sofre uma redução. Podem surgir problemas sérios, como gengivite, doença periodontal, mau hálito e xerostomia (boca seca)      .

As recomendações são que o paciente faça visitas regulares ao dentista (de seis em seis meses), além de informar que é diabético e quais as medicações utiliza. É importante ficar atento aos cuidados especiais para os dias de tratamento dentário:

  • Fazer glicemia capilar antes, durante (se durar mais de uma hora) e após o atendimento, caso faça uso de insulinas.
  • No caso da glicemia estar abaixo que 100 mg/dl antes de iniciar o tratamento, coma 15 gramas de carboidratos. Pode ser uma barra de cereal, um copo de suco de frutas ou meio pão francês;
  • Para tratamentos como limpeza de tártaro, cáries ou procedimentos em que não seja necessário “abrir” a gengiva, você pode e deve fazê-lo o quanto antes, pois isto irá ajudar no controle da sua glicemia.
  • Os procedimentos que exigirem cirurgia na gengiva devem ser acompanhados de monitorização glicêmica rigorosa e, se possível, devem ser adiados até o bom controle do diabetes.

Atenção: o seu apetite pode diminuir nestes dias por causa da dor, portanto o cuidado com hipoglicemias deve ser redobrado.

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Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes

Açúcar x saúde dental

É muito comum se escutar na rua, no dentista ou em casa que o consumo de açúcar pode ser prejudicial aos dentes. Quando falamos em saúde dentária, a ingestão de doces pode vir a causar problemas como cárie, doenças gengivais, entre outros.

Mas, além do consumo moderado e com consciência, devemos analisar também o tipo e a consistência do alimento, pois eles são determinantes para avaliar por quanto tempo os dentes ficarão expostos a um pH mais baixo da saliva, o que pode levar ao surgimento da cárie.

Quando ingerimos algo com açúcar, ele é fermentado pelas bactérias da placa bacteriana, que produzem uma substância ácida que, por sua vez, desgasta o esmalte dentário. Quando isso ocorre com muita frequência, possibilita o aparecimento da cárie.

Para evitar situações como essa, é muito importante colocar um limite na quantidade de doces a serem ingeridos, além de acompanhamento com um dentista e uma higiene bucal adequada, utilizando cremes dentais com pelo menos 1 000 ppm (partes por milhão) de flúor.

No caso das crianças, é recomendado que não ofereça alimentos com muito açúcar até os dois anos, além de começar a escovação dentária assim que já tiver dentes. Mesmo após os dois anos, é importante acompanhamento com o pediatra sobre ingestão de doces.

Recomendações feitas pela Dra. Sofia Takeda Uemura é cirurgiã-dentista e presidente da Comissão de Ética do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP)

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Fonte: Abril Saúde